ROMÃ, A FRUTA DA BELEZA E DA SAÚDE
Fruta com muitos benefícios à saúde, pois é riquíssima em flavonóides (antioxidantes). Esse é um dos motivos que esse fruto atua intensamente no combate aos radicais livres, responsáveis esses pelo envelhecimento.
Apresenta grande ação estética agindo principalmente no envelhecimento precoce da pele. Atua ainda na redução da flacidez , das rugas e das manchas.
Mas não é só de beleza que vive a romã.
Propriedades:
Controla o colesterol
Auxilia na redução da inflamação nas articulações ( artrite, reumatismo)
Melhora a energia, dando mais disposição
Controla a pressão arterial
Previne o câncer de mama e próstata (segundo um estudo publicado na revista Clinical Cancer Research).
Melhora a fertilidade
A romã pode ser consumida como suplementos, com a fruta in natura ou o suco da fruta!
Encontra-se ainda em forma de extrato, que pode-se ser consumido em temperos de saladas.
Suco de romã
1 copo de água de coco
Suco de 1 limão siciliano
1 romã
1 punhado de folhas de hortelã
1 colher de chá de mel
1 pitada de canela em pó
Bata tudo no liquidificador e sirva em seguida
TRÊS ERROS QUE RETARDAM O METABOLISMO
O
ritmo do seu metabolismo é afetado por vários fatores: idade, peso e genética.
Embora você não possa fazer algo para mudar todas essas questões, existem
alguns hábitos que prejudicam ainda mais a perda de peso. E isso é tudo o que
você não quer, certo? Então, evite as atitudes abaixo e dê uma acelerada na
dieta.
1. Pular o café da manhã (ou tomá-lo muito tarde)
Um estudo realizado pela instituição britânica Imperial College London indicou que pular o café da manhã deixa o cérebro ávido por alimentos mais gordurosos ao longo do dia. Na pesquisa também foi observado que as pessoas que não realizaram a refeição de forma adequada ou começaram o dia em jejum ingeriram 20% a mais de calorias no almoço. Tomar o café da manhã mantém os níveis de glicose sanguínea sob controle e evita os ataques à geladeira. Além disso, saiba que pular essa refeição não garante economia calórica. De estômago vazio você não terá energia para realizar as atividades diárias. Dessa maneira, o corpo passa a trabalhar no modo econômico e, com a redução das atividades, gastará menos calorias. Resultado: você come pouco, mas gasta menos calorias.
2. Não praticar atividade física
De acordo com os pesquisadores, a queima calórica no período da manhã é maior do que em outros horários do dia. Praticar uma atividade física logo cedo traz mais disposição para a sua rotina. Além disso, a recuperação após o treino tende a ser melhor quando você malha nesse período, pois as refeições ao longo do dia auxiliam na recuperação muscular e nos estoques de glicogênio.
3. Excluir a musculação do treino
Os exercícios com carga são importantes para perder gordura e fundamentais para você continuar magra. Para ter uma ideia, dois quilos a mais de massa muscular faz com que o organismo consuma 30 calorias a mais por dia. O único pré-requisito para fazer musculação no período da manhã é realizar uma refeição equilibrada para garantir energia suficiente na hora do treino. Com o organismo abastecido, você não tira energia dos músculos. Mas a atividade tem que ser um hábito. Depois dos 40 anos começa o declíno definitivo de massa magra, que pode chegar a 50% do total de músculos na terceira idade.
1. Pular o café da manhã (ou tomá-lo muito tarde)
Um estudo realizado pela instituição britânica Imperial College London indicou que pular o café da manhã deixa o cérebro ávido por alimentos mais gordurosos ao longo do dia. Na pesquisa também foi observado que as pessoas que não realizaram a refeição de forma adequada ou começaram o dia em jejum ingeriram 20% a mais de calorias no almoço. Tomar o café da manhã mantém os níveis de glicose sanguínea sob controle e evita os ataques à geladeira. Além disso, saiba que pular essa refeição não garante economia calórica. De estômago vazio você não terá energia para realizar as atividades diárias. Dessa maneira, o corpo passa a trabalhar no modo econômico e, com a redução das atividades, gastará menos calorias. Resultado: você come pouco, mas gasta menos calorias.
2. Não praticar atividade física
De acordo com os pesquisadores, a queima calórica no período da manhã é maior do que em outros horários do dia. Praticar uma atividade física logo cedo traz mais disposição para a sua rotina. Além disso, a recuperação após o treino tende a ser melhor quando você malha nesse período, pois as refeições ao longo do dia auxiliam na recuperação muscular e nos estoques de glicogênio.
3. Excluir a musculação do treino
Os exercícios com carga são importantes para perder gordura e fundamentais para você continuar magra. Para ter uma ideia, dois quilos a mais de massa muscular faz com que o organismo consuma 30 calorias a mais por dia. O único pré-requisito para fazer musculação no período da manhã é realizar uma refeição equilibrada para garantir energia suficiente na hora do treino. Com o organismo abastecido, você não tira energia dos músculos. Mas a atividade tem que ser um hábito. Depois dos 40 anos começa o declíno definitivo de massa magra, que pode chegar a 50% do total de músculos na terceira idade.
ARROZ INTEGRAL REDUZ GORDURA ABDOMINAL
90 gramas ou 4 colheres de sopa bem cheias de arroz
integral todos os dias. Essa é a medida recomendada pelos especialistas para
reduzir a gordura abdominal e afastar males como o câncer
Uma fina casca — para os olhos, essa é a única
diferença entre o arroz integral e o branco. Para o corpo, no entanto, esse
detalhe é fonte de inesgotáveis benefícios, que vão do controle do diabete à
redução da gordura abdominal. Pelo menos essa é a conclusão de uma pesquisa
feita por nutricionistas da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que
analisaram a dieta de 2 800 pessoas. Entre elas, as que consumiam três ou mais
porções de cereais integrais diariamente — e não abusavam dos refi nados —
tinham até 10% menos gordura visceral, aquela que se deposita barriga adentro e
recobre órgãos como pâncreas, intestino e fígado. À primeira vista, a redução
pode parecer pequena, mas as vantagens são imensas.
A começar pela barriga, que dá uma enxugada. Em consequência, o coração é beneficiado: células gordurosas mais murchas significam menos inflamação nas artérias e, claro, menos trabalho para fazer o sangue circular. "Sem contar que, nos últimos anos, a ciência provou que a distribuição da gordura no corpo é importante para determinar o risco cardiovascular", explica José Renato das Neves, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo. "Pessoas que nem sequer têm peso elevado, mas apresentam a adiposidade nas vísceras ou órgãos internos, apresentam um risco maior." Junto a tantas vantagens, existe ainda a menor probabilidade de aparecimento de tumores, como o de mama.
Agora resta a pergunta: como essa casquinha, que parece tão insignificante, consegue resultados tão surpreendentes? "A resposta está no seu teor de fibras. Quanto maior seu valor, menor é a quantidade de glicose e lipídios absorvidos. Esses fatores são importantes para evitar a deposição de gordura intra-abdominal", esclarece Rosana Radominski, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). É que as fibras formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água e, assim, tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar proveniente dos alimentos seja assimilado aos poucos. Se não fosse dessa forma, aumentaria a produção de insulina, hormônio responsável por mandar a glicose para dentro das células. Só que, em excesso, ele infla os pneus da barriga e, ainda, abre caminho para o diabete.
Quem come arroz diariamente costuma se alimentar de maneira mais saudável em todas as refeições — e aí o corpo agradece com todas as suas forças. Ao analisar dados de 1999 a 2004 sobre a dieta de mais de 25 mil crianças e adultos, pesquisadores americanos constataram que nos apreciadores desse cereal não havia carência de nutrientes essenciais para o organismo, como ácido fólico, potássio e outras vitaminas do complexo B. Muito pelo contrário.
O estudo, realizado por uma empresa de consultoria alimentar, baseou-se no National Health and Nutrition Examination Survey, um levantamento feito periodicamente pelo governo dos Estados Unidos. O resultado mostrou ainda que os consumidores regulares de arroz têm menor propensão a acumular quilos extras, 34% menos risco de hipertensão e 27% menos probabilidade de aumento na circunferência abdominal. "O arroz em si, principalmente o integral, é considerado uma boa fonte de fibras alimentares, de vitaminas do complexo B e de minerais", confirma a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital Bandeirantes, na capital paulista. "A longo prazo, sua ingestão diminui mesmo o risco de diversas doenças."
Os tipos integral e parboilizado também ganham destaque pelos teores de metionina, um aminoácido essencial que evita a queda dos cabelos e hidrata pele e unhas. "Sem contar que a metionina é precursora de um neurotransmissor, a serotonina", conta Patrícia. Essa substância é uma espécie de antidepressivo natural. O aminoácido ainda auxilia na redução do colesterol e afasta a fadiga crônica. Com tantos benefícios, é triste saber que o cereal deixou de ser o preferido dos brasileiros na hora do almoço e do jantar. Segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE) divulgado no fi nal do ano passado, hoje consumimos cerca de 40% menos arroz do que no início dos anos 2000. Mas, justiça seja feita, ele merece dar a volta por cima — e retornar para a sua mesa, principalmente na versão integral, é claro. "O ideal é ingerir o alimento na maioria das refeições", sugere a nutricionista Renata Garrido, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. "Não há uma recomendação mínima, mas o correto é substituir o branco e incluir o integral aos poucos. Mas, como esse é um hábito novo para boa parte da população, o mínimo consumido já é válido", conclui. Bom apetite!
A começar pela barriga, que dá uma enxugada. Em consequência, o coração é beneficiado: células gordurosas mais murchas significam menos inflamação nas artérias e, claro, menos trabalho para fazer o sangue circular. "Sem contar que, nos últimos anos, a ciência provou que a distribuição da gordura no corpo é importante para determinar o risco cardiovascular", explica José Renato das Neves, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo. "Pessoas que nem sequer têm peso elevado, mas apresentam a adiposidade nas vísceras ou órgãos internos, apresentam um risco maior." Junto a tantas vantagens, existe ainda a menor probabilidade de aparecimento de tumores, como o de mama.
Agora resta a pergunta: como essa casquinha, que parece tão insignificante, consegue resultados tão surpreendentes? "A resposta está no seu teor de fibras. Quanto maior seu valor, menor é a quantidade de glicose e lipídios absorvidos. Esses fatores são importantes para evitar a deposição de gordura intra-abdominal", esclarece Rosana Radominski, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). É que as fibras formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água e, assim, tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar proveniente dos alimentos seja assimilado aos poucos. Se não fosse dessa forma, aumentaria a produção de insulina, hormônio responsável por mandar a glicose para dentro das células. Só que, em excesso, ele infla os pneus da barriga e, ainda, abre caminho para o diabete.
Quem come arroz diariamente costuma se alimentar de maneira mais saudável em todas as refeições — e aí o corpo agradece com todas as suas forças. Ao analisar dados de 1999 a 2004 sobre a dieta de mais de 25 mil crianças e adultos, pesquisadores americanos constataram que nos apreciadores desse cereal não havia carência de nutrientes essenciais para o organismo, como ácido fólico, potássio e outras vitaminas do complexo B. Muito pelo contrário.
O estudo, realizado por uma empresa de consultoria alimentar, baseou-se no National Health and Nutrition Examination Survey, um levantamento feito periodicamente pelo governo dos Estados Unidos. O resultado mostrou ainda que os consumidores regulares de arroz têm menor propensão a acumular quilos extras, 34% menos risco de hipertensão e 27% menos probabilidade de aumento na circunferência abdominal. "O arroz em si, principalmente o integral, é considerado uma boa fonte de fibras alimentares, de vitaminas do complexo B e de minerais", confirma a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital Bandeirantes, na capital paulista. "A longo prazo, sua ingestão diminui mesmo o risco de diversas doenças."
Os tipos integral e parboilizado também ganham destaque pelos teores de metionina, um aminoácido essencial que evita a queda dos cabelos e hidrata pele e unhas. "Sem contar que a metionina é precursora de um neurotransmissor, a serotonina", conta Patrícia. Essa substância é uma espécie de antidepressivo natural. O aminoácido ainda auxilia na redução do colesterol e afasta a fadiga crônica. Com tantos benefícios, é triste saber que o cereal deixou de ser o preferido dos brasileiros na hora do almoço e do jantar. Segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE) divulgado no fi nal do ano passado, hoje consumimos cerca de 40% menos arroz do que no início dos anos 2000. Mas, justiça seja feita, ele merece dar a volta por cima — e retornar para a sua mesa, principalmente na versão integral, é claro. "O ideal é ingerir o alimento na maioria das refeições", sugere a nutricionista Renata Garrido, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. "Não há uma recomendação mínima, mas o correto é substituir o branco e incluir o integral aos poucos. Mas, como esse é um hábito novo para boa parte da população, o mínimo consumido já é válido", conclui. Bom apetite!
AÇAÍ, A SUPERRUTA
O açaí, originário da Amazônia, é um arsenal de
nutrientes, como vitaminas (A, E, D, K, B1, B2, C), minerais (cálcio, magnésio,
potássio, ferro), aminoácidos, bioflavonóides antioxidantes e óleos essenciais.
Sua cor roxa intensa é devida à presença de antocianinas, um tipo de
flavonóide, que age diretamente na saúde dos vasos sanguíneos e detona os
radicais livres, aqueles responsáveis pelo envelhecimento e dano à pele e
cabelos. Além disso, é muito rico em ácidos graxos essenciais, como oléico
(omega-9), palmítico e linoléico (omega-6), que além de ajudar na saúde,
conferem emoliência aos produtos derivados do açaí e muito usados nos
tratamentos estéticos.
O açaí também contribui para baixar o colesterol porque contem
betasitosterol, um ácido graxo que limpa as artérias desta gordura indesejável.
Esta superfruta ainda é uma grande fonte de fibra. Resumindo, o açaí é
considerado mundialmente um dos mais potentes alimentos antienvelhecimento.
Recomendo a ingestão de açaí em polpa, acrescentado no suco matinal, pelo menos
duas a três vezes por semana. Sua saúde agradece, sua pele e cabelos também.
Receita de Açaí Power
Ingredientes
- 1 Pct. de Polpa de Açaí 100g
- 2 Banana Prata
- 500 ml. de Leite Integral
- 3 Colheres de amendoim torrado e moído.
- 3 Colheres de Leite Condençado Condensado
- 2 Colheres de Groselha
Modo de preparo
Pegue um copo de cristal grande derrame a groselha por todo o copo decorando e sirva.
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