Nas lojas de suplementos alimentares, eles são a grande
vedete. Espalhadas pelas prateleiras, as enormes embalagens do suplemento
proteico derivado do soro de leite, que é o mais consumido por malhadores,
surgem em uma enorme variedade de tipos, marcas e procedências, junto de uma
compreensível dúvida do comprador: afinal, qual o whey protein ideal
para cada pessoa? E mais: qual o jeito certo de consumi-lo?
Procurado para quem quer dar uma acelerada no crescimento
muscular e na definição – graças à sua capacidade de ajudar a reconstruir a
musculatura após os treinos de força – o whey protein pode ser um grande aliado
- tem também alegado efeito antioxidante e pode melhorar a imunidade, se
consumido da forma correta. Cada pessoa deve buscar um tipo de whey adequado
aos seus objetivos e necessidades nutricionais. Quem quer secar tem que
procurar o suplemento sem carboidrato e sem gordura, o chamado whey isolado. Já
quem quer ganhar massa pode usar um que já tenha adição de carboidrato ou
adicionar um carboidrato na hora de bater o shake isolado.
Há também outras diferenças
importantes: além do isolado, existe o whey hidrolisado (cujas moléculas da
proteína do leite já vêm ‘quebradas’ e, por isso, mais fáceis de serem
absorvidas pelo organismo) e o concentrado (que vem com adição de carboidrato e
gordura). Há alguns que são livres de lactose – outros contém traços da enzima
do leite que pode causar alergia ou dificuldade de digestão. Esse é o ponto que
pesa para que algumas pessoas tenham o indesejável efeito de barriga estufada
quando consomem o produto. Isso ocorre quando a pessoa tem algum tipo de
alergia ou intolerância à enzima ou à proteína do leite. Em alguns casos, o
hidrolizado minimiza o efeito. Mas, para quem tem muita intolerância, nem isso
poderia ajudar.
Para quem tem intolerância severa ou ainda é vegetariano restrito – ou vegano – uma opção é recorrer ao whey protein de origem vegetal – como os de arroz, de soja e até um novo produto que combina a proteína da ervilha com cramberry. A concentração de proteína é menor, mas é uma alternativa mais adequada para evitar o efeito alergênico. Outros fatores a observar no rótulo na hora da compra: a concentração de sódio, se o produto tem corante, como é adoçado e se tem muitos flavorizantes. Em todos esses pontos, quanto menos, melhor.
Outro detalhe importante é saber que não é só após a musculação que o suplemento é bem vindo. Quem faz pilates ou treino funcional também pode se beneficiar.
Para quem tem intolerância severa ou ainda é vegetariano restrito – ou vegano – uma opção é recorrer ao whey protein de origem vegetal – como os de arroz, de soja e até um novo produto que combina a proteína da ervilha com cramberry. A concentração de proteína é menor, mas é uma alternativa mais adequada para evitar o efeito alergênico. Outros fatores a observar no rótulo na hora da compra: a concentração de sódio, se o produto tem corante, como é adoçado e se tem muitos flavorizantes. Em todos esses pontos, quanto menos, melhor.
Outro detalhe importante é saber que não é só após a musculação que o suplemento é bem vindo. Quem faz pilates ou treino funcional também pode se beneficiar.










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